Cuide bem da sua pele no inverno

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Com a queda de temperatura, é fundamental redobrar os cuidados com a pele para manter a saúde.  O frio e o vento ressecam a pele. Nessa época, as pessoas tendem a exagerar nos banhos muito quentes, o que contribui para retirar a camada de proteção natural da pele, deixando-a suscetível a infecções e alergias. O óleo natural funciona como uma camada de proteção para evitar a penetração de bactérias, fungos e vírus presentes nos ar. Além disso, esse óleo faz uma ‘barreira’ entre a pele e substâncias que podem causar alergia como mofo, fibras de tecidos ou poeiras.

Com as temperaturas baixas, as pessoas tem mais dificuldade para cuidar da pele, já que o frio acaba afastando os pacientes de cuidados básicos, como o uso do hidratante. Porém, é fundamental observar as orientações, pois a perda da proteção natural da pele propicia o aparecimento ou agravamento de doenças, como alergias, dermatites de contato, psoríase, entre outras. Apesar de ter muitas causas, a caspa – seborréia do couro cabeludo – também costuma despontar nessa época. As pessoas que normalmente apresentam o problema devem prevenir, usando xampu anti-caspa logo que o clima esfriar e mantê-los durante todo o inverno.

Os cremes e loções hidratantes devem ser usados diariamente, principalmente após o banho. O ideal é utilizar produtos diferentes para o rosto e para o corpo, pois a pele varia nas duas regiões, e não esquecer áreas como joelho e cotovelos, que tendem a ser mais secas. Pessoas com pele oleosa, devem optar para um produto específico sem óleo em sua composição.

Além disso, é importante observar o tempo e a temperatura na hora do banho. Ninguém precisa tomar banho frio. O importante é que sejam banhos mais curtos e que a água não esteja tão quente a ponto de deixar a pele vermelha. Além disso, abra mão das esponjas e não exagere no sabão. Prefira os sabonetes neutros ou com hidratantes na sua fórmula.

E vale lembrar: faça frio ou faça calor, o protetor solar é indispensável para evitar os danos pelos raios solares.

Cadeira vibratória, terapia do século XIX, pode ajudar a evitar a doença de Parkinson

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Um grupo de cientistas do Centro Médico da Universidade Rush, nos Estados Unidos, realizou estudos mais detalhados sobre a cadeira vibratória, criada pelo francês Jean-Martin Charcot. Considerado um dos pais da neurologia moderna, no final do século XIX Charcot desenvolveu a cadeira para tratar a doença de Parkinson. Na época, a tecnologia alcançou bons resultados e conseguiu avaliar os sintomas de vários pacientes. Mas desde a morte de Charcot os estudos sobre a cadeira não haviam sido retomados.

Publicada no Journal of Parkinson’s Disease, a pesquisa mostrou que a cadeira aliviava mesmo os sintomas da doença, mas os benefícios não vinham necessariamente das vibrações do aparelho e podiam ser resultado do efeito placebo. Charcot desenvolveu a tecnologia após conversar com seus pacientes que sofriam de Parkinson e ouvir que os sintomas passavam após longas viagens de trem ou carruagem. Por isso, construiu uma cadeira que copiava o chacoalho dos veículos.

A equipe da Universidade testou os benefícios colocando 23 pacientes para sentar, aleatoriamente, em cadeiras normais ou em cadeiras vibratórias. Durante cada sessão de 30 minutos na cadeira, os voluntários ouviam um CD com sons da natureza para ajudá-los a relaxar. Após um mês de tratamento diário, os pacientes que sentaram na cadeira vibratória apresentaram grande melhoria em suas funções motoras. Os outros pacientes também melhoraram, mas em um grau menor, apesar de significativo.

Além das funções motoras, os grupos sentiram benefícios em relação à depressão, ansiedade, fadiga e horas de sono. Nesse caso, a conclusão foi de que as melhorias não foram causadas pela vibração em si, mas por outro fator presente no experimento, como o efeito placebo. Os estímulos sensoriais auditivos somados ao relaxamento numa cadeira podem ter benefícios equivalentes à vibração na função motora das pessoas que sofrem com a doença de Parkinson.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/terapia-do-seculo-xix-se-mostra-util-contra-parkinson

Chá mate pode ajudar a prevenir diabetes, diz pesquisa

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O consumo do chá de erva-mate é cada vez mais popular entre os brasileiros. Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro realizaram um estudo que mostra que tomar chá-mate barra o envelhecimento celular, prolongando a juventude. A pesquisa foi feita com um grupo de filhotes camundongos que foram acompanhados por um ano até se tornarem idosos saudáveis.

Após serem divididos em três grupos, durante dez meses uma parte recebeu chá mate natural, outra a versão diet e a terceira ficou à base de água. No final, os genes relacionados ao envelhecimento estavam muito mais ativos nos roedores que beberam somente água, sendo que alguns deles morreram no nono mês. Já os que beberam mate natural e especialmente o diet não apresentaram genes da velhice, além de terem a pelagem mais bonita. Os genes analisados nos ratos também existem no homem e a chance dos efeitos se repetirem nos humanos é bem alta.

A substância específica que está por trás dessa ação ainda não foi confirmada, mas a hipótese é de que seja o ácido clorogênico, principal antioxidante encontrado no mate. De acordo com uma pesquisa feita por estudantes de nutrição da Universidade do Vale do Itajaí, essa substância tem a capacidade de proteger contra o surgimento de tumores. No estudo, ratos favoráveis à produção de câncer foram divididos em dois grupos. Alguns foram tratados antes e depois com a erva, outros só depois. O melhor resultado foi visto no primeiro grupo, em que alguns chegaram a nem desenvolver o câncer.

A erva-mate ainda auxilia a diminuir os níveis de glicose presentes na corrente sanguínea dos ratos. Ou seja, ela pode ajudar os portadores de diabetes. Um projeto desenvolvido na Universidade Federal de Santa Catarina contou com pessoas voluntárias: 29 considerados prédiabéticos e os outros 29 portadores de diabete do tipo 2, que usavam remédios para controlar os picos de glicose. Essas pessoas foram divididas em 3 grupos: o primeiro tomou 330 mililitros de mate, três vezes ao dia; o segundo só contou com orientação nutricional e o terceiro combinou a ingestão do chá com o acompanhamento especializado. Nos diabéticos, houve uma redução de 17% de glicose e de 0,85% de hemoglobina glicada após o consumo do chá, mudanças benéficas principalmente se for consumido após grandes refeições.

Nos pré-diabéticos, a bebida não derrubou as taxas de glicose, o que sugere que, provavelmente, a erva reduza a glicemia em quem já usa medicação, promovendo um efeito sinérgico. Mas outros benefícios foram trazidos, como a queda dos níveis de triglicerídeos e de colesterol LDL, conhecido como o ruim. Isso faz com que o mate tenha também o posto de protetor do coração, precisando sempre estar associados a outros hábitos saudáveis. Para não deixar passar nenhum benefício, o ideal é consumir 500 mililitros a 1 litro de chá-mate todo dia. E, como em geral o indicado é consumi-lo depois do almoço ou do jantar para auxiliar o intestino, espere pelo menos uns 30 minutos antes de beber. Caso contrário, a cafeína pode prejudicar a absorção de vitaminas e minerais.

Fonte: http://saude.abril.com.br/emagrece-brasil/beneficios-cha-mate.shtml

Vacina contra câncer de mama trata a doença no estágio inicial

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Um estudo publicado por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, divulgou uma vacina que combate tumores mamários não invasivos. A droga foi testada com 27 mulheres que foram acompanhadas por quatro anos. Submetidas a uma cirurgia na mama, os médicos verificaram que o tumor havia regredido, além de que em 85% dos casos a doença não havia voltado.

A vacina terapêutica é obtida através da própria paciente. Algumas células especiais dosistema imune são retiradas e estimuladas, em laboratório, a reconhecer tecidos tomados pelo câncer. Após a reinjeção das células na região da axila, elas identificam as áreas em que o tumor está instalado. Outras unidades do sistema de defesa do corpo são alertadas e passam a destruir as células cancerosas.

Fonte: http://ow.ly/aHQIy

 

Açai auxilia na defesa do cérebro, no controle do colesterol e até na prevenção do câncer

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O açaí, além de alimentar e sustentar muito bem, cria barreiras protetoras para os neurônios, diminui os níveis de colesterol e até reduz a chance de desenvolver alguns tipos de câncer. Um estudo realizado na Universidade Tufts, nos Estados Unidos, sinaliza o potencial da polpa do fruto na proteção do cérebro.

De acordo com os pesquisadores, o consumo regular de açaí reduz a exposição das células nervosas a processos degenerativos e inflamatórios, evitando o colapso do tecido cerebral. O que traz esse benefício é a presença de antioxidantes, principalmente a antocianina, que combatem os radicais livres que trazem danos ao organismo.

Além disso, a antocianina possui um efeito anti-inflamatório, o que traz uma menor probabilidade de ocorrer um comprometimento crônico e progressivo de funções cognitivas, como a memória e a coordenação motora. Assim, o açaí tem uma ação preventiva contra doenças como Parkinson e Alzheimer.

A antocianina ainda traz benefícios ao coração, protegendo as artérias. A substância auxilia a diminuir a formação de placas nos vasos sanguíneos, o que poderia culminar em derrames e infartos.

Quando misturado com leite, antes da fermentação por bactérias, o açaí dá origem ao iogurte. Durante o processo, o ácido linoléico do leite é transformado em ácido linoléico conjugado (CLA), uma espécie de gordura que auxilia a impedir o aparecimento de alguns tumores, como os de pele, mama e intestino. A ingestão diária do chamado CLA pode diminuir a massa gorda, aumentar a massa magra e fortalecer o sistema imune.

Apesar de ser calórico, o açaí é muito benéfico. Em uma porção de 100 gramas, 42g são carboidratos, 40g gorduras e 8g proteínas. O importante é saber misturar com os ingredientes certos para que ele não fique calórico demais e passe a ser um empecilho para quem precisa emagrecer.